domingo, 21 de maio de 2017

BIBLIOTECA MUNICIPAL HUMBERTO DE CAMPOS – CAMPO GRANDE




A Biblioteca Municipal Humberto de Campos, que fica nas dependências da SEMEC, se encontra com seu acervo bibliográfico todo atualizado. Nos últimos dias, as bibliotecárias, Rita Almeida e Maria do Céu, responsáveis pela biblioteca, estiveram no processo de catalogação e registro dos novos livros (1.770 total) perfazendo um totall geral entre os novos e demais já existentes (literatura, dicionários, encliclopédias e almanarques) de 2.070 livros a disposição da população campograndense. Esta atualização é um ponto muito positivo para a nossa educação, já que o novo acervo dispõe de livros atualizados, obras literárias exigidas nos vestibulares, além de obras importantes para leitura e formação intelectual, necessárias para o desenvolvimento crítico de cada pessoa.
FONTE – CG NA MÍDIA

HUMBERTO DE CAMPOS VERAS



Humberto de Campos Veras (1886-1934) nasceu em Muritiba (hoje Humberto de Campos), no Maranhão, no dia 25 de outubro de 1886. Filho de Joaquim Gomes de Farias Veras, pequeno comerciante, e de Ana de Campos Veras ficou órfão de pai com sete anos de idade e mudou-se com a família para São Luís, onde se empregou no comércio. Com 17 anos passa a residir no Pará, onde consegue um lugar de colaborador e redator na Folha do Norte e depois na Província do Pará.
Em 1910 publicou seu primeiro livro, uma coletânea de versos, intitulado “Poeira”. Em 1912 muda-se para o Rio de Janeiro. Emprega-se no jornal “O Imparcial”, onde trabalhavam como redatores importantes escritores, entre eles, Rui Barbosa, Vicente de Carvalho, José Veríssimo, entre outros. Começa a se destacar no meio literário.
Nessa época, com o pseudônimo de Conselheiro XX, assina diversos contos e crônicas, que foram publicadas em jornais das principais capitais brasileiras, hoje reunidos em vários volumes. Assinava também com os pseudônimos de Almirante, João Caetano, Giovani Morelli, Justino Ribas, Micromegas, entre outros. Em 1918 publica seu primeiro livro de prosa “Seara de Booz”, onde reúne pequenos artigos escritos sob o pseudônimo de Micromegas. No dia 30 de outubro de 1919 é eleito para a Academia Brasileira de Letras.
Em 1920, Humberto de Campos ingressa na política elegendo-se Deputado Federal, pelo estado do Maranhão, tendo seu mandato renovado sucessivas vezes, até que perdeu seu mandato quando o Congresso foi dissolvido durante a Revolução de 30. É então nomeado inspetor de ensino e Diretor interino da Fundação Casa de Rui Barbosa, pelo Governo Provisório, instalado no país.
Em 1928, Humberto foi diagnosticado com hipertrofia da hipótese. Em 1933, com a saúde já abalada publicou o livro que se torou o mais importante de sua obra, “Memórias”, onde reúne suas lembranças dos tempos da infância e juventude. A obra foi bem recebida pela crítica e pelo público, sendo reeditada diversas vezes.
Humberto de Campos escreveu poesias, contos, ensaios, crônicas e anedotas. Inovou na crônica, adicionando novos elementos. Tinha um estilo fácil, corrente, escrevia com naturalidade e de fácil compreensão. Ao adoecer, muda seu estilo, de mordaz e cômico, passa a ser piedoso e compreensivo e sai em defesa dos menos favorecidos.
Humberto de Campos faleceu no auge de sua popularidade. Boa parte de sua obra foi publicada nos anos seguintes a sua morte. Entre suas obras destacam-se: Poeira, poesia (2 séries 1910 e 1917), A Serpente de Bronze, contos (1921), Carvalhos e Roseiras, crítica (1923), Alcova e Salão, contos (1927), O Brasil Anedótico, anedotas (1927), Antologia da Academia Brasileira de Letras (1928), Memórias (1933), À Sombra das Tamareiras, contos (1934), Memórias Inacabadas (1935), Últimas Crônicas (1936), Diário Secreto (1954), entre outros.
Humberto de Campos faleceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de dezembro de 1934.
FONTE - WIKIPÉDIA

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